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Lançamento do disco da banda Blue Bumble

O Blue Rumble é uma banda multinacional, que conta com uma sonoridade setentista. Suas influências passam por bandas clássicas dos anos 70 como Atomic Rooster, Deep Purple, Led Zeppelin, Cactus e outras bandas dos gloriosos anos 70.

Ouça:

Occhio e Croce no Youtube

O cd está disponível para venda através do e-mail: masquerecords@gmail.com

Valor: R$ 35,00 (frete não incluso)

Lançamento do disco da banda Tempus Fugit

A Masque Records lançou o segundo cd da banda Tempus Fugit, intitulado The Dawn After the Storm. Em uma versão com duas faixas bônus, remasterizado, com nova arte em um belíssimo digipack. Em 2019, The Dawn After the Storm completará 20 anos de seu lançamento original.

A formação da banda neste cd é composta pelos músicos:

Músicas 1 – 9:

  • Ary Moura: Bateria
  • Henrique Simões: Guitarras
  • André Luiz: Baixo
  • André Mello: Teclados

Convidados especiais:

  • Marco Aurêh: Flautas ( 8 )
  • Fernando Sierpe: Vocais ( 9 )

Músicas 10 – 11:

  • Ary Moura: Bateria
  • Henrique Simões: Guitarras
  • Marquinhos dos Santos: Baixo
  • André Mello: Teclados

Músicas:

  • Daydream (8:30)
  • The Dawn After the Storm (8:53)
  • Never (6:07)
  • Tocando Você (6:54)
  • The Fortress (5:18)
  • Prelúdio de Sevilla (2:07)
  • The Sight (4:45)
  • O Dom de Voar (6:38)
  • Discover (7:52)

Bonus tracks:

  • The Last Day (11:06)
  • Daydream/The Dawn After the Storm Medley (Live in Studio) (10:09)

Ouça:

Daydream

O cd está disponível para venda através do e-mail: masquerecords@gmail.com

Valor: R$ 25,00 (frete não incluso)

Vitral: Lançamento do cd "Entre as Estrelas"

A banda Vitral lançou o cd Entre as Estrelas oficialmente pelo selo Masque Records no dia 21 de dezembro de 2017. A capa do cd foi realizada pelo pintor Claudio Dantas e a arte gráfica, pelo designer Gustavo Sazes, em um belíssimo digipack.

A formação da banda é composta pelos músicos:

  • Claudio Dantas: Bateria e Percussão (Quaterna Réquiem)
  • Eduardo Aguillar: Teclados e Baixo (Solo)
  • Luiz Zamith: Guitarras (Ícones do Progressivo e Solo)
  • Marcus Moura: Flautas (Bacamarte)

Músicas:

  • Pétala de Sangue (6:49)
  • Entre as Estrelas (52:22)
  • Vitral (5:12)

O cd está disponível para venda através do email: masquerecords@gmail.com

Valor: R$ 25,00 (frete não incluso)

Ouça:

Entre as Estrelas (Teaser)

Eleven Strings aproxima a complexidade do progressivo à dinâmica do heavy metal

Reside na Eleven Strings, banda de Mogi das Cruzes (São Paulo), uma intrigante capacidade de síntese para absorver referências e, num mesmo processo, aglutiná-las numa sonoridade ímpar, em que cada fragmento de todas as 10 canções do debut Chaos and Creation – sem contar a intro, um mix de orquestrações e introspecções – representa uma explosão de ideias, e boas ideias das possibilidades em termos de progressive e heavy metal.

Formada em 2012, em menos de quatro anos o sexteto formado por Evandro Braito (vocais), Marcelo Nespoli (baixo), Júnior Carlos (guitarra), Johnny Lande (guitarra), Felipe Leão (teclado) e Rafa Hernandez (bateria) lançou um primeiro álbum com personalidade, lapidado e pronto para o sucesso, glórias de fato colhidas em diversas boas críticas em mídias no Brasil.

Envolto em uma produção cristalina, que possibilita a perfeita audição das notas de cada instrumento, Chaos and Creation tem como referência os mestres do Symphony X e a genialidade de Tom Englund e Cia. do Evergrey como base para experimentalismos e momentos pesados. Há, evidente, brechas propositais para a inclusão de sonoridades do rock alternativo, sutis, mas essenciais em um álbum que se apóia na variedade estilística como um trunfo.

Praticamente todas as faixas têm duração de aproximadamente cinco minutos, cujas letras fazem menções e metáforas à complexidade do universo, ao ser humano e ficção científica. A temática lírica reflexiva é mais uma certeira engrenagem de Chaos and Creation, que sugere ao ouvinte, também em termos sonoros, uma viagem que desenrola do calmo ao agressivo, do simples ao complexo, e das indagações às certezas.

E enquanto a Masque Records cuida principalmente de divulgar a Eleven Strings e Chaos And Creation internacionalmente, a banda se concentra em marcar shows e promover o competente trabalho pelo País. “A agenda está quase fechada, já temos várias datas e locais para tocar”, ressalta Marcelo. Além de apresentações ao vivo, eles se atentarão a arrumar tempo para compor novas músicas, vislumbrando um segundo álbum. “Mas também já temos algumas datas fora do Brasil. Pretendemos cruzar o mundo com o nosso som”, ele arremata.

Para efetuar a compra do cd da banda Eleven Strings, por favor, escreva para: info@masquerecords.com

Anneke e Arjen concedem entrevista exclusiva sobre o The Gentle Storm

Detalhes sobre o processo criativo e curiosidade sobre The Diary, o recém lançado álbum do projeto The Gentle Storm, idealizado por Anneke van Giersbergen e Arjen Lucassen, em versão brasileira pela Masque Records, são contados pelos próprios músicos em entrevista exclusiva conduzida pela equipe da fanpage Anneke van Giersbergen Brasil.

"Amo fazer muitas coisas ao mesmo tempo"

Desde que saiu do The Gathering e anunciou que continuaria no universo musical em carreira solo, Anneke van Giersbergen já lançou cinco álbuns de estúdio, além de um ao vivo, e contabiliza diversas participações e contribuições em bandas de estilos variados. Em meio à turnê de divulgação de Drive ela mesma revelou o envolvimento direto num trabalho com o amigo Arjen Lucassen, o talentoso e carismático guitarrista e produtor holandês mentor do Ayreon. Assim nasceu o The Gentle Storm, lançado na Europa em março e desde agosto no mercado brasileiro via Masque Records, em versão luxuosa digipack, com os dois CDs, duas versões distintas, concebidas individualmente, para contar uma história de amor a partir de um recorte histórico na Holanda do século 17. Confira a entrevista exclusiva ao Anneke van Giersbergen Brasil, dividida aqui em três partes – respondida por Anneke e por Arjen.

The Diary foi sua primeira experiência em compor um álbum conceitual. Como encarou este trabalho e quais foram as inspirações para o processo?

ANNEKE VAN GIERSBERGEN - De fato foi e realmente gostei de fazê-lo, porque possui uma história bem definida para que eu pudesse escrever as letras. Primeiro concebemos os personagens e a linha narrativa, inspirações para as letras. Mais e mais detalhes surgiam durante o processo de composição. É ótimo analisar, hoje, como o processo como um todo originou este projeto.

O tempo, as melodias e as letras são as mesmas em cada versão do álbum – Gentle e Storm. Muda o sentimento em relação ao envolvimento e trabalho de cada uma?

ANNEKE - Sim, as mudanças acontecem de acordo com a instrumentação e a performance dos vocais. Significa que se pode estar triste de um jeito intenso, mas também triste de uma maneira introvertida. O sentimento e a emoção são as mesmas, no entanto, expressas de forma extremamente diferentes.

Susanne, Joseph e Michiel, os principais personagens do álbum tiveram alguma inspiração em pessoas reais? Sejam pelos nomes, ou pelas características passionais dos amantes ou a beleza infantil da criança, eles possuem vínculo com o mundo real?

ANNEKE – Sim, muitos fatos e personagens da história são inspirados pela vida real. Tenho certeza que o Joseph existe no mundo em que vivemos e foi mesmo um marinheiro naqueles tempos. O navio The Merchant (O Mercador) existiu de verdade, assim como a rota da jornada descrita nas letras, além de muitos outros fatos.

Percebe-se uma grande diferença em como você encaixa sua voz entre a versão Gentle e a versão Storm. Qual foi a versão mais desafiadora?

ANNEKE – Nada foi muito desafiador, apenas entramos em estúdio e começamos a compor e gravar canções. Estávamos inspirados pela música e pela história, e os vocais falam por si. Foi um processo tranquilo.

Você disse em uma entrevista que trabalha melhor quando está sob pressão. Os tantos projetos e turnês acontecendo ao mesmo tempo foram fatos positivos durante a criação de The Diary?

ANNEKE - É verdade, amo fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Uma tarefa inspira e fortalece a outra. Aprendi demais trabalhando com pessoas diferentes em diversos estilos musicais, e estes processos me ajudaram a crescer como artista, intérprete, cantora e também como pessoa.

"Trabalhei pesado na versão Gentle!"

Enquanto a versão Gentle foi produzida com instrumentos de música folclórica, num ambiente entre o folk e o acústico, a Storm é orientada ao metal sinfônico, mas sem nunca perder a leveza e sofisticação das melodias. Nesta segunda parte da entrevista Arjen conta como concebeu cada momento do The Gentle Storm e comenta sobre a decisão de não sair em turnê de The Diary.

É verdade que optar pelo CD1 ser da versão mais leve foi uma decisão estratégica para que não soasse como apenas um álbum bônus da versão mais pesada, a Storm?

ARJEN LUCASSEN - Correto, eu trabalhei pesado na versão Gentle!

Considerando a riqueza instrumental da versão Gentle, que parece ser muito mais complexa musicalmente falando que a versão Storm, e que as gravações tiveram de ser feitas duas vezes com arranjos completamente diferentes, como foi esse processo de gravação?

ARJEN – A princípio eu compus todas as faixas como peças de uma obra clássica: apenas baixo duplo, violoncelo e violino. Depois, então, gravei a versão Storm e, por último, a versão Gentle.

Foi um processo com alguma dificuldade?

ARJEN - Sem nenhuma dificuldade! Apenas muitas horas de trabalho de gravação e produção de todos os diferentes instrumentos para a versão Gentle e para a Storm.

Em relação à temática de The Diary, como foi concebida? Foi algo totalmente concebido em parceria com a Anneke ou você já tinha um ponto de partida?

ARJEN – A decisão em ter dois estilos contrastantes já existia mesmo antes da Anneke se juntar ao projeto. Quando ela entrou, eu imaginei que seria legal trabalhar num conceito tipicamente holandês, foi então a minha idéia em fazer o recorte na Era de Ouro holandesa, enquanto Anneke teve a idéia de ambientá-la a partir de uma história de amor. Acredito que teria sido uma história completamente diferente caso tivesse gravado com outra vocalista.

A capa do álbum, em específico, me remete a um quadro de William Turner e, ao ouvir o álbum, é como se fosse, de fato, possíveis momentos da pintura do inglês quando ele pintava aqueles grandes navios em alto mar.

ARJEN - A Era de Ouro holandesa é especialmente conhecida por alguns grandes pintores daquele tempo, como Rembrandt e Vermeer. Existem muitas possibilidades a partir do olhar artístico da Era de Ouro e dos navios da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (N.R.: a maior companhia de mercadores daquele período) que navegaram por todo o mundo. Foi um período em que nosso País estava no topo do mundo. Bem, eram também piratas e conquistadores maléficos, eu suponho.

Você nunca escondeu da mídia especializada que não é fanático por palcos, apesar de algumas apresentações acústicas junto a Anneke no começo deste ano para divulgar The Diary. Estas oportunidades não o instigaram para uma exceção e excursionar com o The Gentle Storm?

ARJEN - Não! Realmente detesto tocar ao vivo e prefiro, mesmo, ficar em casa e compor novas músicas. Fiquei feliz em fazer uma breve turnê acústica com a Anneke, mas também estou muito contente em estar em casa novamente! Sou um recluso, um anti-social, de verdade. Fico feliz pelo The Gentle Storm estar excursionando, é uma grande banda ao vivo! Chorei, fiquei arrepiado quando os vi tocando pela primeira vez.

Em seus principais trabalhos, como Ayreon e Star One, duas características são bem marcantes: o tema baseado em ficção científica e o uso de teclados e sintetizadores. Qual foi o maior desafio de The Gentle Storm, compor na contramão e mergulhar em um tema até então inédito ou lançar mão do uso dos seus instrumentos tão adorados?

ARJEN – Foi, sim, um grande desafio não poder utilizar meu velho teclado analógico, como o Hammond, e sintetizadores. Fui forçado a compor boas músicas baseadas em boas melodias, não em sonoridades, enquanto Anneke escreveu as letras sobre a história de amor. Faria tudo novamente desta forma se fosse necessário!

As resenhas têm dado notas e avaliações muito positivas para The Diary. Também se percebe um feedback muito positivo vindo dos fãs. Estes podem ser um sinal de uma continuação do projeto?

ARJEN - Ah, sim, foi uma experiência muito agradável trabalhar com a Anneke, e um ótimo desafio compor músicas desta maneira. Adoraria gravar outro álbum, mas isto depende do sucesso do The Diary. Alem disso, tenho tantos projetos, tenho que identificar as prioridades. Geralmente faço o que quero, mas também gosto de agradar os fãs. Isto me inspira.

"Poderíamos criar muito em um único dia"

The Diary é resultado de um peculiar trabalho colaborativo entre Anneke e Arjen, pela primeira vez juntos por um longo tempo em estúdio. A sintonia entre ambos os músicos holandeses, que criaram um álbum ambientado em uma época próspera da terra natal, é notória tanto na parte artística como nas ideias que conceberam este registro. Nesta terceira e última parte da entrevista, as perguntas são respondidas pelas duas mentes criativas do The Gentle Storm, que falam sobre a turnê acústica, os videoclipes, o EP promocional e opinam sobre uma possível turnê pela América do Sul.

Já foram lançados até agora os belíssimos lyric vídeos das duas versões de Endless Sea, o videoclipe animado e descontraído de Heart of Amsterdam e uma megaprodução para Shores of India. Como foi o processo de escolha das canções que divulgariam o álbum e como foi a concepção das ideias de cada vídeo?

ANNEKE - Algumas músicas exigem um peculiar suporte visual. É o caso de Shores of India, uma canção bombástica, um vídeo “feliz” não a representaria. No entanto, Heart of Amsterdam precisava de um vídeo mais leve, algo encorajador e engraçado porque a letra da música é positiva e alegre. O segredo dos vídeos é iniciar a criação com uma boa ideia básica – pensamos e conversamos bastante a respeito disso antes de produzi-los.

ARJEN - Acredito que Endless Sea é bem representativa ao estilo musical do álbum, ou seja, uma boa música para ser o nosso primeiro vídeo. A princípio estávamos céticos a respeito de um lyric vídeo, mas a produtora responsável fez um excelente trabalho e capturou o exato clima dos século 17. Isto foi muito importante como algo introdutório a respeito do The Gentle Storm aos fãs. A ideia da Anneke caminhando por Amsterdam do século 17 foi do marido e empresário dela, o Rob. Já a ideia de trazer a maioria das pessoas que tocaram no álbum e nos filmar na sala de ensaio foi minha. Creio que as ideias se transformaram em um clipe vívido e positivo. Shores of India é a faixa mais épica do álbum e, portanto, perfeita para um bombástico – e caro – videoclipe. Anneke e eu voamos para Sérvia para gravá-lo, que também tem muitas partes criadas no computador. E não acredito que concordei em tocar aquele esquisito instrumento sem cordas, mas me diverti relaxando com aquelas belas dançarinas! (risos).

A junção criativa de vocês criou um álbum conceitual poderoso. Mas, como surgiu esse conceito? Com a possibilidade de abordar temas contemporâneos, antigos e futuristas, por que optaram pelo século 17 e às navegações holandesas, a história de amor e a ideia das cartas? Aliás, foram as cartas que aparecem no encarte que deram origem às letras ou foi o contrário?

ANNEKE - Arjen queria produzir algo que trabalhasse nosso passado holandês. A Era de Ouro foi um período de muito alvoroço, com infinitas possibilidades para histórias, então apareceram os dois personagens principais, duas pessoas que estavam apaixonadas, uma em terra firme, em Amsterdam, e a outra no mar, que partiu para muitas aventuras.

ARJEN - Na história, Anneke encontra um velho diário no sótão de sua casa que pertenceu a uma mulher que viveu na Holanda do século 17. Neste diário Anneke encontra cartas trocadas entre a mulher e seu homem, que partiu em viagem num navio da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. As músicas são as cartas e as citações que as explicam estão ilustradas no encarte.

A impressão de quando um trabalho conjunto entre vocês é lançado é que as coisas fluem de forma muito natural e a sincronia é perfeita. Como tem sido essa parceria ao longo do tempo?

ANNEKE – E de fato é! É ótimo trabalhar com o Arjen, ele tem muitas ideias, é talentoso, além de trabalhar duro e com agilidade. Poderíamos criar muito em um único dia.

ARJEN – Tudo acontece com muita naturalidade e espontaneidade entre nós! Invés de nos contradizermos, um inspira o outro. Esta foi a primeira vez que realmente trabalhamos juntos intensamente e durante um longo período. Antes, era geralmente apenas um dia, quando nos encontrávamos para gravar os vocais dela.

Muitas pessoas ficaram surpresas quando souberam que o Arjen sairia em turnê para divulgação do The Gentle Storm. Qual foi o sentimento durante a turnê acústica? Outras como aquela podem acontecer? Quais as melhores lembranças dessa experiência?

ANNEKE - (risos) Fiquei surpresa quando ele disse “sim” ao meu convite para essa turnê! Ele realmente gostou, especialmente por causa do contato pessoal com os fãs. No entanto, as longas horas de viagem foram duras para ele. Não acredito que o Arjen fará isso novamente tão logo.

ARJEN – Foi muito legal ver as caras felizes dos fãs e ouvi-los cantar juntos conosco as letras de músicas do Ayreon. Emocionante! Também me diverti conhecendo pessoas depois do show. Mas, fora isso, não gosto de viagens, tenho medo de palco e das noites mal dormidas. Neste momento eu diria que não faria novamente, nunca mais, mas foi o que eu disse sobre minha última turnê antes dessa.

Vocês gravaram um EP com 5 músicas acústicas para a turnê europeia, contendo covers incrivelmente bem executados. Como surgiu a idéia? Podemos esperar algum outro material do gênero nas próximas turnês do The Gentle Storm?

ANNEKE - A intenção do EP foi oferecer um souvenir bacana para a turnê promocional. As pessoas realmente gostaram do material, especialmente para quem viu alguma das apresentações. É uma adorável coleção de canções que somam ao The Diary. Eu provavelmente vou lançar um ou dois acústicos como este no futuro. É a maneira perfeita de lançar músicas que não se encaixariam num álbum pesado, mas que valem a pena escutar. Algo apenas para tocar ao vivo e ter na loja virtual, por diversão!

ARJEN - Obrigado pelo elogio! Para a nossa surpresa, todos os CDs que levamos para aquela turnê foram vendidos. No entanto, ainda temos algumas cópias que podem ser adquiridas na nossa loja virtual e nos shows do The Gentle Storm. Acredito que faríamos algo do tipo novamente quando eu e a Anneke montarmos uma turnê acústica em conjunto. Como eu disse, nunca diga nunca!

Arjen, obrigado por nos conceder essa entrevista e parabéns pelo ótimo trabalho em The Diary. Você é muito querido por aqui. Deixe uma mensagem para os seus fãs do Brasil.

ARJEN - É sempre um prazer e obrigado pelo interesse em nossa música. Estou contente pelo fato de que o álbum está facilmente disponível aos tantos leais fãs que temos no Brasil. Recebo muitas mensagens adoráveis daí. Espero que curtam The Diary e obrigado desde já por comprá-lo!

Anneke, obrigado pelo espaço reservado pra gente! Sabemos que está corrido e esperamos muito ver a turnê do The Gentle Storm passando pela América Latina em breve. Quais são as possibilidades? Aproveite e deixe uma mensagem para os fãs brasileiros!

ANNEKE - Estamos, como sabem, sempre trabalhando pesado para retornar à América Latina. Amo muito, muito tocar no belo Brasil. Com certeza os deixarei avisados! Abraços! ❖

The Gentle Storm

A Masque Records lançará em breve no Brasil o CD The Diary, da banda The Gentle Storm, liderada pelo multi-instrumentista Arjen Lucassen (Ayreon) e a vocalista Anneke van Giersbergen (ex The Gathering) em luxuosa versão digipack duplo, sendo o CD 1 Gentle e o CD 2 Storm.

Gentle foca sua música totalmente no folk/acústico/erudito, com belíssimo resultado.

Storm é o lado pesado da banda, sem abandonar os instrumentos de cordas, sopro, piano acústico que foram utilizados no CD Gentle. Uma obra obrigatória de dois dos músicos mais talentos da Holanda.

Vejam e ouçam: https://www.youtube.com/watch?v=2q2Wx5H6wkg

FICHA TÉCNICA:

Anneke van Giersbergen (ex-The Gathering) - vocais
Arjen Anthony Lucassen (Ayreon, Ambeon, Star One, Guilt Machine, ex-Stream of Passion) - guitarras, teclados

Músicos adicionais

Timo Somers (Delain, Vengeance) - solo de guitarra
Ed Warby (Gorefest) - bateria
Rob Snijders (Agua de Annique) - percussão
Johan van Stratum (Stream of Passion) - baixo
Joost van den Broek (Star One, After Forever) - piano
Jeroen Goossens - instrumentos de sopro
Ben Mathot - violino
Hinse Mutter - contrabaixo
Maaike Peterse - violoncelo
Jenneke de Jonge - trompa francesa
Epic Rock Choir - coral

Sinagoga Zen: Same

A banda Sinagoga Zen formada em Bento Gonçalves pelos músicos Rafael Vignatti (piano e teclados analógicos), Alison Seben (bateria e percussão), Wilian M. Baldasso (Contrabaixo, guitarra, violão e violino), Giulia F. Dall’oglio (vocais) e Felipe Cenci Taborda (Guitarra, violão e baixo) apresenta um rock progressivo extremamente original com influências de Piazzolla, Novos Baianos, Miles Davis, Almôndegas e Stockhausen. E principalmente rock progressivo e fusion: Pink Floyd, King Crimson, Genesis, Yes, Mutantes (da fase sem a Rita Lee), Som Nosso de Cada Dia, Weather Report, Passport, Mahavishnu Orchestra, resultando em um resultado extremamente original e belo.

(2014)

Músicas:

01. Mudança dos Tempos (20:15)
02. 2014 (4:14)
03. Presença (6:28)
04. Abdu Pensante (4:51)
05. Instante de Velejar (10:39)

Músicos:

Rafael Teclas - Teclados e piano
Alison Sebben - Bateria e percussão
Giulia Ferreira Dall'Oglio - Vocal
Felipe C. Taborda - Guitarra, violão e baixo
Wilian M. Baldasso - baixo, violino, violão e guitarra

Para efetuar a compra do CD da banda Sinagoga Zen, por favor escreva para: Comprar: masquerecords@gmail.com

Profonia: Same

O Protofonia é um trio instrumental surgido em 2006, em Brasília, com um trabalho que reúne o rock progressivo e o jazz a elementos de música contemporânea, eletroacústica e improvisação livre. As influências são várias, desde bandas progressivas como King Crimson e Henry Cow a artistas de vanguarda, como Keith Tippet e Ornette Coleman. O Protofonia é um laboratório, um lugar seguro onde os rótulos podem se despir: uma tela em branco e três pincéis, infinitas cores. Tudo que estiver relacionado ao experimentalismo e improvisação o Protofonia estará de acordo. Música Livre!

Músicas:

  1. Jardim de Maytrea ( 06:21 )
  2. Antropofagia Moderna ( 03:34 )
  3. Cavalgando a Máquina Flexível ( 03:09 )
  4. Eugênia, a Ingênua ( 04:47 )
  5. Não Conte Nada pra Sua Irmã ( 07:23 )
  6. Triturador de Dejetos ( 02:09 )
  7. No Palco Atrás dos Olhos ( 07:34 )
  8. Doce Carne (Suíte Flesh) ( 07:37 )

Músicos:

  • André Chayb: Guitarra, Ukelele, Theremin, Teclado e Ruídos.
  • Janari Coelho: Bateria, Percussão, Paisagens e Intervenções Sonoras e Ruídos.
  • André Gurgel: Baixo, Violão, Teclado, Plásticos e Ruídos.

Para efetuar a compra do cd da banda Protofonia, por favor escreva para: masquerecords@gmail.com

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